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Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

...

por Vieira do Mar, em 14.01.08
fartinha até à ponta dos cabelos



Já não posso ouvir falar da ASAE. Nem de ler posts, notícias ou receber mails com piadolas giras sobre a ASAE. É que já nem é só uma questão de higiene: será que esta gente não percebe que, ao permitirem que a D. Graciete venda os rissóis de camarão feitos na cozinha do T1 enquanto limpa o ranho do miúdo, para aquele restaurante grande da esquina, recebendo por debaixo da mesa e sem declarar um avo, está a prejudicar e a enganar todas as empresas e particulares licenciados que, taxados à bruta em todo o processo de fabricação, fazem também eles rissóis para revenda? Será que os que ficam tristes porque o Sr. Tomé já não faz o cozido com couves da sua horta, não percebem que os outros, os que produzem e vendem couves, pagam até para as transportarem? Será que aqueles que tanto se insurgem contra a fiscalização das actividades dita tradicionais e que, presumo, paguem impostos (e se sintam tão lixados com isso como eu), não percebam que muitas delas mais não são do que formas de fuga ao fisco que prejudicam quem não foge (uma vez que tal fuga é um ónus que acaba por recair sobre todos?). Que, por exemplo, se justificará a apreensão de jóias numa loja como a CARTIER, que não está licenciada como joalharia, e que as joalharias pagam mais (são portanto especialmente taxadas) para que possam precisamente vender jóias? E que muitas das alegadas tipicidades portuguesas, como a da tão badalada Ginginha, mais não revelam do que a preguiça e a badalhoquice dos proprietários e o desrespeito pelos clientes? E mais: tal como disse aqui, grande parte dos boatos que correm e que tanta tinta fizeram gastar, são isso mesmo: boatos. Para as bolas de Berlim, colheres de pau, utensílios nas esplanadas, castanhas em jornal, pão para açorda, etc., vão aqui, aos esclarecimentos. E deixem lá os homens trabalhar, porra.

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por Vieira do Mar, em 14.01.08
fartinha até à ponta dos cabelos



Já não posso ouvir falar da ASAE. Nem de ler posts, notícias ou receber mails com piadolas giras sobre a ASAE. É que já nem é só uma questão de higiene: será que esta gente não percebe que, ao permitirem que a D. Graciete venda os rissóis de camarão feitos na cozinha do T1 enquanto limpa o ranho do miúdo, para aquele restaurante grande da esquina, recebendo por debaixo da mesa e sem declarar um avo, está a prejudicar e a enganar todas as empresas e particulares licenciados que, taxados à bruta em todo o processo de fabricação, fazem também eles rissóis para revenda? Será que os que ficam tristes porque o Sr. Tomé já não faz o cozido com couves da sua horta, não percebem que os outros, os que produzem e vendem couves, pagam até para as transportarem? Será que aqueles que tanto se insurgem contra a fiscalização das actividades dita tradicionais e que, presumo, paguem impostos (e se sintam tão lixados com isso como eu), não percebam que muitas delas mais não são do que formas de fuga ao fisco que prejudicam quem não foge (uma vez que tal fuga é um ónus que acaba por recair sobre todos?). Que, por exemplo, se justificará a apreensão de jóias numa loja como a CARTIER, que não está licenciada como joalharia, e que as joalharias pagam mais (são portanto especialmente taxadas) para que possam precisamente vender jóias? E que muitas das alegadas tipicidades portuguesas, como a da tão badalada Ginginha, mais não revelam do que a preguiça e a badalhoquice dos proprietários e o desrespeito pelos clientes? E mais: tal como disse aqui, grande parte dos boatos que correm e que tanta tinta fizeram gastar, são isso mesmo: boatos. Para as bolas de Berlim, colheres de pau, utensílios nas esplanadas, castanhas em jornal, pão para açorda, etc., vão aqui, aos esclarecimentos. E deixem lá os homens trabalhar, porra.

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