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Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

...

por Vieira do Mar, em 27.09.07
pois eu gostei

que Santana Lopes tivesse sido interrompido pela chegada de Mourinho. Qualquer motivo para interromper Santana Lopes e impedi-lo de dizer/fazer (riscar o que não interessa) disparates, parece-me bem: um relance da esposa do Mourinho (família adorável aquela, hein?), um buraco na estrada de Currais de Baixo, o encerramento de um Centro de Saúde, as declarações públicas do representante da PJ, a recusa da reforma antecipada a uma professora aleijadinha, a inauguração de um fontanário, a entrega de computadores nas escolas e até mesmo uma entrevista ao Paulo Bento… Tudo - mas tudo! - me parece melhor, preferível, mais interessante e menos tempo perdido, do que gramar com Santana Lopes.

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por Vieira do Mar, em 27.09.07
pois eu gostei

que Santana Lopes tivesse sido interrompido pela chegada de Mourinho. Qualquer motivo para interromper Santana Lopes e impedi-lo de dizer/fazer (riscar o que não interessa) disparates, parece-me bem: um relance da esposa do Mourinho (família adorável aquela, hein?), um buraco na estrada de Currais de Baixo, o encerramento de um Centro de Saúde, as declarações públicas do representante da PJ, a recusa da reforma antecipada a uma professora aleijadinha, a inauguração de um fontanário, a entrega de computadores nas escolas e até mesmo uma entrevista ao Paulo Bento… Tudo - mas tudo! - me parece melhor, preferível, mais interessante e menos tempo perdido, do que gramar com Santana Lopes.

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por Vieira do Mar, em 27.09.07
nas minhas posições jurídicas

costumo ser cautelosa. Talvez porque o Direito e a Justiça sejam tudo menos lineares, bastando, por vezes, uma premissa errada ou um pormenor fora do lugar para se pôr em causa toda a lógica de uma decisão. Por isso, evito ser taxativa quanto aos processos judiciais ditos "mediáticos": porque não estou na posse de todos os dados e porque a leviandade é meio caminho andado para que cometamos injustiças (e para que façamos figura de tontos). Quando a populaça ignota se levanta, raivosa, contra certa decisão aparentemente absurda, gosto de ser a que vem com o mas e o se calhar. Hoje, no entanto (e acho que pela primeira vez) fui assolada pela supra raiva cega: hoje, estou-me cagando para os fundamentos jurídicos e para as razões de facto e de direito que terão motivado a decisão: entregar Esmeralda àquele pai biológico não é apenas injusto; é malvado e cruel. A questão já não é apenas jurídica, é moral, e coloca em debate um aspecto que nunca foi seriamente debatido nos meandros próprios porque é mais ou menos tabu e toda a gente finge não existir: a da dimensão moral e humana das pessoas que têm nas mãos o poder de decidir sobre a vida dos outros e a necessidade urgente de a formação profissional dessas pessoas não dever atender apenas à fuçanguice tecnicista do costume. Porque a bondade educa-se, o bom-senso adquire-se e a sensibilidade apura-se: basta haver quem ensine e quem esteja disposto a aprender - nem que a tanto seja obrigado. Por princípio, a cultivação dos seres humanos eleva-os sempre qualquer coisinha (mesmo aos mais rasteiros) e diminui significativamente as hipóteses de estes fazerem mal aos outros.

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por Vieira do Mar, em 27.09.07
nas minhas posições jurídicas

costumo ser cautelosa. Talvez porque o Direito e a Justiça sejam tudo menos lineares, bastando, por vezes, uma premissa errada ou um pormenor fora do lugar para se pôr em causa toda a lógica de uma decisão. Por isso, evito ser taxativa quanto aos processos judiciais ditos "mediáticos": porque não estou na posse de todos os dados e porque a leviandade é meio caminho andado para que cometamos injustiças (e para que façamos figura de tontos). Quando a populaça ignota se levanta, raivosa, contra certa decisão aparentemente absurda, gosto de ser a que vem com o mas e o se calhar. Hoje, no entanto (e acho que pela primeira vez) fui assolada pela supra raiva cega: hoje, estou-me cagando para os fundamentos jurídicos e para as razões de facto e de direito que terão motivado a decisão: entregar Esmeralda àquele pai biológico não é apenas injusto; é malvado e cruel. A questão já não é apenas jurídica, é moral, e coloca em debate um aspecto que nunca foi seriamente debatido nos meandros próprios porque é mais ou menos tabu e toda a gente finge não existir: a da dimensão moral e humana das pessoas que têm nas mãos o poder de decidir sobre a vida dos outros e a necessidade urgente de a formação profissional dessas pessoas não dever atender apenas à fuçanguice tecnicista do costume. Porque a bondade educa-se, o bom-senso adquire-se e a sensibilidade apura-se: basta haver quem ensine e quem esteja disposto a aprender - nem que a tanto seja obrigado. Por princípio, a cultivação dos seres humanos eleva-os sempre qualquer coisinha (mesmo aos mais rasteiros) e diminui significativamente as hipóteses de estes fazerem mal aos outros.

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por Vieira do Mar, em 27.09.07
DEXTER

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Um serial killer desprovido de sentimentos mas empenhado numa causa maior e que ainda por cima se diverte (à maneira do de Süskind). Um vício desde o primeiro episódio. E depois, Michael C. Hall está tão giro que quase nos faz esquecer o facto de ter sido estupidamente gay em Sete Palmos de Terra. E a banda sonora é um luxo.

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por Vieira do Mar, em 27.09.07
DEXTER

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Um serial killer desprovido de sentimentos mas empenhado numa causa maior e que ainda por cima se diverte (à maneira do de Süskind). Um vício desde o primeiro episódio. E depois, Michael C. Hall está tão giro que quase nos faz esquecer o facto de ter sido estupidamente gay em Sete Palmos de Terra. E a banda sonora é um luxo.

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