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Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

...

por Vieira do Mar, em 08.08.07


... o segredo mais mal guardado da blogoesfera.

...

por Vieira do Mar, em 08.08.07


Excelente, esta nova campanha da Optimus. Qual de nós, pobres criaturas mais ou menos viciadas, não pensou, ao ouvir o anúncio na rádio, "Ah, caraças, que eu já senti isto!". Muito gira, faz-me repensar seriamente a minha fidelidade à TMN...

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por Vieira do Mar, em 08.08.07


Excelente, esta nova campanha da Optimus. Qual de nós, pobres criaturas mais ou menos viciadas, não pensou, ao ouvir o anúncio na rádio, "Ah, caraças, que eu já senti isto!". Muito gira, faz-me repensar seriamente a minha fidelidade à TMN...

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por Vieira do Mar, em 07.08.07
Irrita-me este novo tipo de homem agora muito em voga: o desinteressado (ou enjoadinho). O desinteressado não passa de uma espécie de misógino envergonhado, uma criatura insegura, de sexualidade fraca, indistinta e, em certos caso, confusa. É, na maior parte das vezes, um heterossexual que não gosta de sexo por aí além e que, por isso (mas não só), não acha as mulheres especialmente interessantes nem particularmente comestíveis: tem muito mais que fazer, ele. Nalguns casos, pode ser um gay não assumido, mas é raro: a maior parte dos gays gostam de mulheres e têm-nas por amigas e confidentes (embora, claro, haja alguns que pura e simplesmente as odeiem). O desinteressado é um homem que aprecia homens porque não gosta de mulheres em termos gerais e não lhe resta alternativa (o terceiro género não passa, a bem dizer, de ficção literária). Com uma libido atrofiada, geralmente resultado de problemas com a mamã, quiçá com o papá, não se dá ao trabalho de olhar sequer pelo canto do olho quando se cruza com um avião na rua e desdenha decotes profundos, umbigos ao léu, mini-saias e fios dentais - coisas que acha vulgares, pois uma mulher a sério, para ele, tem de ter classe (o que significa ser cinzentinha e dar pouco nas vistas, para que ele não tenha de reparar nela). Aliás, para o desinteressado, a mulher só lhe agrada se reunir um sem número de características físicas, desde pernas de dois metros a um QI de 140 e doses maciças de axandramento. Como não arranja nenhuma que reúna tudo isto ao mesmo tempo, não gosta e não come. Afirma alto e bom som que não gosta de trabalhar com mulheres porque são conflituosas e imprevisíveis e que, por isso, prefere ter homens por chefes e secretários. Dispenso o género, porque não gosto de hipócritas nem de sonsos: gosto de homens que gostam de mulheres e que as façam brilhar; que não se importem de ser por elas mandados, geridos, governados, só pelo prazer de as terem por perto. E conheço vários. Gosto de homens que sejam capazes de nos achar mais espertas e capazes, e que nem por isso se sintam ameaçados na sua virilidade. Homens seguros de si e sem nojo de, nas certas e devidas circunstâncias, nos explorarem as entranhas e nos beberem os fluidos e a inteligência, agradecidos.

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por Vieira do Mar, em 07.08.07
Irrita-me este novo tipo de homem agora muito em voga: o desinteressado (ou enjoadinho). O desinteressado não passa de uma espécie de misógino envergonhado, uma criatura insegura, de sexualidade fraca, indistinta e, em certos caso, confusa. É, na maior parte das vezes, um heterossexual que não gosta de sexo por aí além e que, por isso (mas não só), não acha as mulheres especialmente interessantes nem particularmente comestíveis: tem muito mais que fazer, ele. Nalguns casos, pode ser um gay não assumido, mas é raro: a maior parte dos gays gostam de mulheres e têm-nas por amigas e confidentes (embora, claro, haja alguns que pura e simplesmente as odeiem). O desinteressado é um homem que aprecia homens porque não gosta de mulheres em termos gerais e não lhe resta alternativa (o terceiro género não passa, a bem dizer, de ficção literária). Com uma libido atrofiada, geralmente resultado de problemas com a mamã, quiçá com o papá, não se dá ao trabalho de olhar sequer pelo canto do olho quando se cruza com um avião na rua e desdenha decotes profundos, umbigos ao léu, mini-saias e fios dentais - coisas que acha vulgares, pois uma mulher a sério, para ele, tem de ter classe (o que significa ser cinzentinha e dar pouco nas vistas, para que ele não tenha de reparar nela). Aliás, para o desinteressado, a mulher só lhe agrada se reunir um sem número de características físicas, desde pernas de dois metros a um QI de 140 e doses maciças de axandramento. Como não arranja nenhuma que reúna tudo isto ao mesmo tempo, não gosta e não come. Afirma alto e bom som que não gosta de trabalhar com mulheres porque são conflituosas e imprevisíveis e que, por isso, prefere ter homens por chefes e secretários. Dispenso o género, porque não gosto de hipócritas nem de sonsos: gosto de homens que gostam de mulheres e que as façam brilhar; que não se importem de ser por elas mandados, geridos, governados, só pelo prazer de as terem por perto. E conheço vários. Gosto de homens que sejam capazes de nos achar mais espertas e capazes, e que nem por isso se sintam ameaçados na sua virilidade. Homens seguros de si e sem nojo de, nas certas e devidas circunstâncias, nos explorarem as entranhas e nos beberem os fluidos e a inteligência, agradecidos.

...

por Vieira do Mar, em 05.08.07
quanto à entrevista de Márcia Rodrigues
ao Embaixador do Irão naqueles tristes preparos, já alguém se lembrou que poderá ter sido uma estranha forma de ironia ou, melhor ainda, uma enviezada forma de denúncia? Toda a gente sabe que se trata de uma mulher inteligente e profissional; e também me parece que ninguém acredita que, apesar da grunhice medieval do seu país, o embaixador tenha tido o desplante de exigir semelhante atavio à senhora. Portanto, resta concluir que, usando do seu livre arbítrio, Márcia Rodrigues escolheu ir assim para a entrevista. Como imagino, igualmente, que a mesma não concorde com tamanho desrespeito pela condição feminina (pela, aliás, condição humana), só me resta concluir que a sua opção foi uma forma de denúncia, tipo, veja, senhor embaixador, vejam, portugueses: se vivesse no país deste senhor à minha frente, era assim que teria de andar, de falar, de viver. Só pode ter sido.

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por Vieira do Mar, em 05.08.07
quanto à entrevista de Márcia Rodrigues
ao Embaixador do Irão naqueles tristes preparos, já alguém se lembrou que poderá ter sido uma estranha forma de ironia ou, melhor ainda, uma enviezada forma de denúncia? Toda a gente sabe que se trata de uma mulher inteligente e profissional; e também me parece que ninguém acredita que, apesar da grunhice medieval do seu país, o embaixador tenha tido o desplante de exigir semelhante atavio à senhora. Portanto, resta concluir que, usando do seu livre arbítrio, Márcia Rodrigues escolheu ir assim para a entrevista. Como imagino, igualmente, que a mesma não concorde com tamanho desrespeito pela condição feminina (pela, aliás, condição humana), só me resta concluir que a sua opção foi uma forma de denúncia, tipo, veja, senhor embaixador, vejam, portugueses: se vivesse no país deste senhor à minha frente, era assim que teria de andar, de falar, de viver. Só pode ter sido.

...

por Vieira do Mar, em 04.08.07
da nova série "season demasiado silly" (1)


I HATE CROCS DOT COM,

um blogue com muita graça.



Porque nunca a parte junto ao chão dos portugueses andou tão feia: estas horrorosas chancas estão por todo o lado. Nos pés de miúdas de perna fininha e joelho esfolado, ainda vá que não vá (ficam queridas com tudo, as miúdas...), agora, em adultos fica muito deselegante, para dizer o mínimo. Iac.

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por Vieira do Mar, em 04.08.07
da nova série "season demasiado silly" (1)


I HATE CROCS DOT COM,

um blogue com muita graça.



Porque nunca a parte junto ao chão dos portugueses andou tão feia: estas horrorosas chancas estão por todo o lado. Nos pés de miúdas de perna fininha e joelho esfolado, ainda vá que não vá (ficam queridas com tudo, as miúdas...), agora, em adultos fica muito deselegante, para dizer o mínimo. Iac.

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