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Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

Controversa Maresia

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o Forte: pousada ou nem por isso?

por Vieira do Mar, em 19.03.10

tu peux m'ouvrir cent fois les bras c'est toujours la première fois

por Vieira do Mar, em 13.03.10

"eu...vi...vo...do...esfor...ço...do...meu...tra...ba...lho..."

por Vieira do Mar, em 13.03.10

Olha, olha!, o Passos Coelho está a fal...zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz......

"em 30 anos, o mundo mudou, Portugal mudou, e os portugueses mudaram ainda mais"

por Vieira do Mar, em 13.03.10

Como se pode ver pela  cretinice da frase em epígrafe, este Aguiar Branco também não vai longe. Além de que, referindo-se àquela cena de alta velocidade, diz "tegebê", "estiça" em vez de Justiça, e os "como os socialistas" diz "cumusxoxialistas". O resto são banalidades e clichés, tipo "novo pardigma social", perdão, "secial". Próooximo.

"só há um partido capaz de galvanizar os portugueses"

por Vieira do Mar, em 13.03.10

Já Rangel tem nitidamente um problema de colocação de voz: o seu histrionismo desafinado impedi-lo-á de conquistar a credibilidade necessária a um vencedor (lembra a estória do tuburão!, tubarão!, tubarinho...), apesar do dramatismo esforçado e daquela demagogia gordurosa que transpira por todos os poros.

"A crise é uma ficção, é uma arma dos políticos medíocres"

por Vieira do Mar, em 13.03.10

Liguei neste momento a televisão e apanhei com um tal de Castanheira Barros, candidato (?) à liderança do PSD. Estou a morrer de vergonha indirecta, o homem disse coisas inenarráveis e conseguiu algo que pensei não ser possível:  ao pé dele, o Santana Lopes é um palhaço menor.

lamento

por Vieira do Mar, em 08.03.10

mas hoje os óscares estão a dar no facebook. Portanto, só para quem é amiguinho.

MST versus GA

por Vieira do Mar, em 01.03.10

Quem me lê sabe que  acho o Gonçalo Amaral (GA) uma criatura abjecta; não só pelas suas intervenções públicas, mas pelo conteúdo do livro que escreveu - e que li com atenção. Basta vê-lo e ouvi-lo para se perceber a incompetência tendenciosa que dele transpira.  Fala mal, explica-se pior e, neste momento,  tem a lata de estar a dizer a MST que "não defende nada" e não "acusa ninguém". MST, e bem, repara que GA, antes de fazer o que quer que fosse, desconfiou dos progenitores, logo no primeiro dia, e que esta foi sempre a única hipótese de trabalho - e é exactamente isto que se passa no livro: todas as outras pistas ficam por explorar, a partir do momento em que o caso se transforma apenas numa perseguição aos McCann. As objecções de MST, inevitáveis,  são aquelas que coloco (eu, e qualquer pessoa minimamente sensata) sempre que converso com alguém sobre o assunto: como é que dois ingleses que não conheciam o local, à noite, matam a filha e se desfazem do corpo em apenas meia hora?!. Para isto, GA não tem grande resposta, aproveitando para acusar o Ministério Público (who else?), por causa do arquivamento. Entramos, então, no tema "Leonor Cipriano", a quem a criatura e alguns amigos resolveram moer de pancada para sacar uma confissão. MST fala da sentença de condenação, que põe em causa,  por nunca ter sido encontrado o corpo da filha da condenada: concordo plenamente, o acordão em questão é feito pala rama e assente em pouca prova. GA, mais uma vez, engasga-se e mete os pés pelas mãos. Voltando a Maddie, e a propósito de os McCann terem regressado a Inglaterra cinco meses depois, e de terem sido apontados a dedo pelo facto de se terem ido embora, não diz sim nem não, engasga-se. Entretanto, põe-se a fazer uma declaração a favor da liberdade de expressão, espraia-se um bocadinho, mas logo MST lhe corta o pio, acabando por lhe perguntar o óbvio: se alguma vez pôs a hipótese de o casal ser inocente e se, perante essa hipótese, dorme tranquilamente. O tempo impede que GA entaramele mais uma resposta parva com aquele seu ar esbugalhado de vítima. Fim da entrevista: mais uns minutos e MST acabava com ele, que pena.

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