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Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

...

por Vieira do Mar, em 21.12.07
Comam muito, comam demais; abracem os parentes que não suportam, e ainda mais os que adoram; encham os miúdos de presentes, excedam-se nos afectos, nos beijos, nos risos; atentem nas luzes, nas decorações das ruas, nos pinheiros que espreitam por detrás das janelas; atentem nos vossos e nos outros; deixem o trabalho para trás, façam ponte, gastem até ao último tostão do cartão, viajem, vejam filmes estúpidos em que as renas falam, cantem hossanas ao Senhor nas alturas; façam filhozes, façam filhotes, façam amor, tenham saúde. E um excelente Natal para todos, cheio de Paz. Muita Paz.

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por Vieira do Mar, em 21.12.07
Comam muito, comam demais; abracem os parentes que não suportam, e ainda mais os que adoram; encham os miúdos de presentes, excedam-se nos afectos, nos beijos, nos risos; atentem nas luzes, nas decorações das ruas, nos pinheiros que espreitam por detrás das janelas; atentem nos vossos e nos outros; deixem o trabalho para trás, façam ponte, gastem até ao último tostão do cartão, viajem, vejam filmes estúpidos em que as renas falam, cantem hossanas ao Senhor nas alturas; façam filhozes, façam filhotes, façam amor, tenham saúde. E um excelente Natal para todos, cheio de Paz. Muita Paz.

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por Vieira do Mar, em 20.12.07
o novo mito urbano


Não nego que a ASAE aja por vezes com excesso de zelo; nem que algumas das normas europeias que obriga os outros a cumprirem, sejam idiotas e desnecessárias. Mas mais de metade daquilo que por aí se diz que aquela faz, é mentira (como algumas das coisas descritas por António Barreto no seu já famoso artigo). Pura e simples mentira. Tipo o caso das castanhas, da imposição dos assadores de inox e da proibição das listas telefónicas. A cada dia surge um novo absurdo supostamente imposto pela ASAE. Que ninguém confirmou in loco, embora toda a gente tenha um primo de um tio de um avô de um amigo que viu e que sofreu na pele os horrores da higiénica injustiça, coitado. A actuação da ASAE corre o risco de se tornar o mais sério mito urbano dos últimos anos, muito à frente daquela história dos amigos que dão boleia a um estranho e que chegam a uma curva onde aquele diz "Foi aqui que eu morri", após o que se despistam todos e fim. Já faltou mais, para começarem a correr vídeos no youtube que documentam as investidas selvagens dos danados dos inspectores sobre os comerciantes, essas vítimas inocentes cujo único interesse é trazerem a nós a tradição. Por acaso, este é um daqueles casos em que um bocadinho de objectividade até dava jeito.

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por Vieira do Mar, em 20.12.07
o novo mito urbano


Não nego que a ASAE aja por vezes com excesso de zelo; nem que algumas das normas europeias que obriga os outros a cumprirem, sejam idiotas e desnecessárias. Mas mais de metade daquilo que por aí se diz que aquela faz, é mentira (como algumas das coisas descritas por António Barreto no seu já famoso artigo). Pura e simples mentira. Tipo o caso das castanhas, da imposição dos assadores de inox e da proibição das listas telefónicas. A cada dia surge um novo absurdo supostamente imposto pela ASAE. Que ninguém confirmou in loco, embora toda a gente tenha um primo de um tio de um avô de um amigo que viu e que sofreu na pele os horrores da higiénica injustiça, coitado. A actuação da ASAE corre o risco de se tornar o mais sério mito urbano dos últimos anos, muito à frente daquela história dos amigos que dão boleia a um estranho e que chegam a uma curva onde aquele diz "Foi aqui que eu morri", após o que se despistam todos e fim. Já faltou mais, para começarem a correr vídeos no youtube que documentam as investidas selvagens dos danados dos inspectores sobre os comerciantes, essas vítimas inocentes cujo único interesse é trazerem a nós a tradição. Por acaso, este é um daqueles casos em que um bocadinho de objectividade até dava jeito.

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por Vieira do Mar, em 19.12.07
"Pai, já sou ministro! amanhã vou debruçar-me sobre a questão dogmática do fim das penas e o reforço da tutela dos bens jurídicos fundamentais e propôr ali no parlamento umas alteraçõezitas ao código penal. Mas primeiro vou comer um bife, que o comboio deu-me fome. Dizem que há aqui em são bento um café que os faz a jeito. Já agora, agradece à mãe a taparuére com o cozido."


"Há ainda uma coisa que as pessoas não entendem em Portugal: quem organiza a justiça é o poder democrático, é o espaço público, somos nós, e não os especialistas. Quem faz as leis somos nós. Quem trabalha na justiça só tem de aplicá-las, e não tem de meter o bedelho na formulação das leis, e nem sequer devia meter o dedo na discussão sobre a organização interna da justiça. Isso cabe aos representantes eleitos."


(A culpa disto tudo é do Maradona, que me obriga a seguir as chatérrimas - embora educadas! - peixeiradas da Atlântico, onde depois - definitivamente contra a minha vontade, reparem - deparo com pérolas destas. Ainda por cima, com tanto liberalismo democrático apregoado a esmo e têm os comentários fechados, obrigando uma pessoa a vir para o seu próprio blogue gozar com eles. tá mal.)

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por Vieira do Mar, em 19.12.07
"Pai, já sou ministro! amanhã vou debruçar-me sobre a questão dogmática do fim das penas e o reforço da tutela dos bens jurídicos fundamentais e propôr ali no parlamento umas alteraçõezitas ao código penal. Mas primeiro vou comer um bife, que o comboio deu-me fome. Dizem que há aqui em são bento um café que os faz a jeito. Já agora, agradece à mãe a taparuére com o cozido."


"Há ainda uma coisa que as pessoas não entendem em Portugal: quem organiza a justiça é o poder democrático, é o espaço público, somos nós, e não os especialistas. Quem faz as leis somos nós. Quem trabalha na justiça só tem de aplicá-las, e não tem de meter o bedelho na formulação das leis, e nem sequer devia meter o dedo na discussão sobre a organização interna da justiça. Isso cabe aos representantes eleitos."


(A culpa disto tudo é do Maradona, que me obriga a seguir as chatérrimas - embora educadas! - peixeiradas da Atlântico, onde depois - definitivamente contra a minha vontade, reparem - deparo com pérolas destas. Ainda por cima, com tanto liberalismo democrático apregoado a esmo e têm os comentários fechados, obrigando uma pessoa a vir para o seu próprio blogue gozar com eles. tá mal.)

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por Vieira do Mar, em 18.12.07
hey there delilah




(quase Simon & Garfunkel. faltou-lhes um bocadinho assim)

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por Vieira do Mar, em 18.12.07
hey there delilah




(quase Simon & Garfunkel. faltou-lhes um bocadinho assim)

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por Vieira do Mar, em 17.12.07
O que eu quero para o Natal? Que os amantes se encontrem na cama, que sempre haja esperança de gostar de alguém.



(e que tu tenhas um Natal muito Feliz, minha querida)

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por Vieira do Mar, em 17.12.07
O que eu quero para o Natal? Que os amantes se encontrem na cama, que sempre haja esperança de gostar de alguém.



(e que tu tenhas um Natal muito Feliz, minha querida)

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