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Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

Controversa Maresia

um blogue de Sofia Vieira

...

por Vieira do Mar, em 12.01.07
A nossa Triciclo voltou! Viva!

...

por Vieira do Mar, em 09.01.07
E o anúncio da OK Teleseguros com aquele seguro "especial" para melhéres?
Em primeiro lugar, reparem que, tanto a anoréctica da Marta como o locutor (estilo Rádio Difusão Portuguesa), dizem MELHÉR, o que é espantoso. Como se já não fosse desonroso o suficiente, anunciarem um produto claramente sexista e díscriminatório, ainda acentuam a faceta grunha e ignorante. E eu juro: juro que não sou feminista em especial, que me estou um bocado nas tintas para a porrada entre os sexos e que sou de opinião de que cada um se safe à sua maneira, de preferência juntos. Mas, francamente, como será tal seguro? Em que se traduzirá tal aberração? Terá especialmente em conta riscos de baton e de rímmel e manchas de base na pele alcântara? E terá em conta os riscos na pintura ao lado da fechadura, para aquelas que não acertam no buraco apesar do esforço? Virá com pacotes de pensos higiénicos de oferta por mês? Um dildo de oferta anual? Será um seguro especialmente compreensivo naqueles dias do mês? Baixará o prémio durante o TPM, atendendo à vontade científicamente comprovada de nós, melhéres estrafegarmos terceiros- condutores e outros - durante o referido período? E o prémio? Aumenta ou diminui se a melhér vier atrelada a filhos, cadeirinhas e restos septuagenários de happy meals nos interstícios do carro? Trará incorporado consigo um serviço de limpeza mensal, quiçá uma empregada ucraniana, uma vez que todos sabem que a melhér é, por natureza, badalhoca? Existirá uma maior cobertura contra choques de traseira, para prever aqueles momentos em que a melhér, burra, se distrai, e dá uma espreitadelazinha na Caras que acabou de comprar, atende o telefonema da amiga, usa o fio dental ou pinta os olhos no espelhinho da pala? É muito má, a ideia. Mas também é muito boa e aposto que vai ser um sucesso do caraças. O país que temos é o país que temos.

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por Vieira do Mar, em 09.01.07
E o anúncio da OK Teleseguros com aquele seguro "especial" para melhéres?
Em primeiro lugar, reparem que, tanto a anoréctica da Marta como o locutor (estilo Rádio Difusão Portuguesa), dizem MELHÉR, o que é espantoso. Como se já não fosse desonroso o suficiente, anunciarem um produto claramente sexista e díscriminatório, ainda acentuam a faceta grunha e ignorante. E eu juro: juro que não sou feminista em especial, que me estou um bocado nas tintas para a porrada entre os sexos e que sou de opinião de que cada um se safe à sua maneira, de preferência juntos. Mas, francamente, como será tal seguro? Em que se traduzirá tal aberração? Terá especialmente em conta riscos de baton e de rímmel e manchas de base na pele alcântara? E terá em conta os riscos na pintura ao lado da fechadura, para aquelas que não acertam no buraco apesar do esforço? Virá com pacotes de pensos higiénicos de oferta por mês? Um dildo de oferta anual? Será um seguro especialmente compreensivo naqueles dias do mês? Baixará o prémio durante o TPM, atendendo à vontade científicamente comprovada de nós, melhéres estrafegarmos terceiros- condutores e outros - durante o referido período? E o prémio? Aumenta ou diminui se a melhér vier atrelada a filhos, cadeirinhas e restos septuagenários de happy meals nos interstícios do carro? Trará incorporado consigo um serviço de limpeza mensal, quiçá uma empregada ucraniana, uma vez que todos sabem que a melhér é, por natureza, badalhoca? Existirá uma maior cobertura contra choques de traseira, para prever aqueles momentos em que a melhér, burra, se distrai, e dá uma espreitadelazinha na Caras que acabou de comprar, atende o telefonema da amiga, usa o fio dental ou pinta os olhos no espelhinho da pala? É muito má, a ideia. Mas também é muito boa e aposto que vai ser um sucesso do caraças. O país que temos é o país que temos.

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por Vieira do Mar, em 09.01.07
Então, minha mega-gira-querida? E os cozidos e as alheiras com ovo a cavalo do nosso Gil? Hã?

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por Vieira do Mar, em 09.01.07
Então, minha mega-gira-querida? E os cozidos e as alheiras com ovo a cavalo do nosso Gil? Hã?

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por Vieira do Mar, em 06.01.07



E que tal contribuir com os meus impostos para:


- pagar os actos médicos que implicam trazer ao mundo crianças não desejadas e rejeitadas pelos pais?

- pagar os anos de institucionalização das mesmas em colégios e centros de acolhimento? ou, então,

- pagar as contas de hospital, muitas vezes os enterros, destas crianças, quando são deixadas a cargo dos tais pais contrariados que, em combinação com personalidades disfuncionais, alcoolismo, drogas e crueldade pura, as negligenciam, maltratam fisica e psicologicamente e, por vezes, as matam?

- pagar a diária da prisão (consta que é um balúrdio...) destes pais que maltratam, quando a Justiça, por acaso, é mais ou menos justa e os consegue alcançar?

- pagar a alimentação, o vestuário, a educação especial, as televisões e as playstation de adolescentes grávidas que brincam às bonecas em casas de acolhimento e às quais não foi dada qualquer hipótese de escolha? E que passarão os anos seguintes das suas vidas a viver à custa do Estado, até não saberem fazer outra coisa que não sorver subsídios?

- pagar a liberdade, sempre vinda antes de tempo, dos pais maltratantes, com subsídios de "desemprego", de "exclusão", ou lá o que é, e pagar-lhes a renda vitalícia do realojamento no bairro social?




(e é que não saíamos daqui...)



Olhem, filhos, gastar os meus impostos a alimentar os podres de um sistema que, basicamente, se está a cagar para o destino das criancinhas, uma vez fora do útero, e que permite que andem em bolandas de sofrimentos vários, isso é que NÃO, OBRIGADA. Tenham juízo (ou, ao menos tenham bom-senso nas mensagens ridículas e demagógicas que escolhem para os vossos mupis e outdoors.


(sim: voltei!)


E, acrescenta a Luna à lista supra, pertinentemente:

- pagar a assistência médica necessária para tratar as complicações decorrentes de um em cada três abortos clandestinos?

...

por Vieira do Mar, em 06.01.07



E que tal contribuir com os meus impostos para:


- pagar os actos médicos que implicam trazer ao mundo crianças não desejadas e rejeitadas pelos pais?

- pagar os anos de institucionalização das mesmas em colégios e centros de acolhimento? ou, então,

- pagar as contas de hospital, muitas vezes os enterros, destas crianças, quando são deixadas a cargo dos tais pais contrariados que, em combinação com personalidades disfuncionais, alcoolismo, drogas e crueldade pura, as negligenciam, maltratam fisica e psicologicamente e, por vezes, as matam?

- pagar a diária da prisão (consta que é um balúrdio...) destes pais que maltratam, quando a Justiça, por acaso, é mais ou menos justa e os consegue alcançar?

- pagar a alimentação, o vestuário, a educação especial, as televisões e as playstation de adolescentes grávidas que brincam às bonecas em casas de acolhimento e às quais não foi dada qualquer hipótese de escolha? E que passarão os anos seguintes das suas vidas a viver à custa do Estado, até não saberem fazer outra coisa que não sorver subsídios?

- pagar a liberdade, sempre vinda antes de tempo, dos pais maltratantes, com subsídios de "desemprego", de "exclusão", ou lá o que é, e pagar-lhes a renda vitalícia do realojamento no bairro social?




(e é que não saíamos daqui...)



Olhem, filhos, gastar os meus impostos a alimentar os podres de um sistema que, basicamente, se está a cagar para o destino das criancinhas, uma vez fora do útero, e que permite que andem em bolandas de sofrimentos vários, isso é que NÃO, OBRIGADA. Tenham juízo (ou, ao menos tenham bom-senso nas mensagens ridículas e demagógicas que escolhem para os vossos mupis e outdoors.


(sim: voltei!)


E, acrescenta a Luna à lista supra, pertinentemente:

- pagar a assistência médica necessária para tratar as complicações decorrentes de um em cada três abortos clandestinos?

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